Maceió, 23/Novembro/2014

Resp. Técnico: Dr. José Antonio Martins
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O Centro Médico Integrado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Com modernas instalações e localização privilegiada, o Centro Médico AMIGO, possui infraestrutura completa, composta de 09 confortáveis consultórios, salas de espera climatizadas, sala de repouso e posto de coleta para realização de exames laboratoriais.

Tudo isso para oferecer a você conforto, segurança, carinho e, é claro, as consultas e os exames que você precisa com o tratamento que merece.

 

Agende sua consulta ou exame no Centro Médico Amigo.

 

Telefones:  82  3021 5887   |   82 8844 7135

 

Av. Tomás Espíndola, 83 - Farol - Maceió - AL

CEP: 57051 - 000

 

Saiba mais sobre os exames realizados no Centro Médico Amigo:

 

Ultrassonografia em geral:

 

A ultrassonografia (ou ecografia) é um método diagnóstico que aproveita o eco produzido pelo som para ver em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas e órgãos do organismo. Os aparelhos de ultrassom em geral utilizam uma frequência variada dependendo do tipo de transdutor, desde 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal piezoelétrico que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, que são interpretados através da computação gráfica. A sonda funciona assim como emissor/receptor. Quanto maior a frequência, maior a resolução obtida e mais precisão temos na visualização das estruturas superficiais. Conforme a densidade e composição das interfaces a atenuação e mudança de fase dos sinais emitidos varia, sendo possível a tradução em uma escala de cinza, que formará a imagem dos órgãos internos.

A ultrassonografia permite também, através do efeito doppler, conhecer o sentido e a velocidade do fluxos sanguíneo. Por não utilizar radiação ionizante, como na radiografia e na tomografia computadorizada, é um método inócuo, pouco dispendioso e ideal para avaliar a evolução fetal.

A ultrassonografia é um dos métodos de diagnóstico por imagem mais versáteis e ubíquos, de aplicação relativamente simples. Nas últimas duas décadas do século XX, o desenvolvimento tecnológico transformou esse método em um instrumento poderoso de investigação médica dirigida, exigindo treinamento constante e uma conduta participativa do examinador.

 

 

Colposcopia:

 

A Colposcopia é um exame no qual examinamos a vulva (a parte externa da vagina), a vagina e o colo uterino. Basicamente é idêntico ao exame ginecológico, no qual utilizamos também um espéculo vaginal para ver o interior da vagina e o colo uterino. Na colposcopia, ao invés de examinarmos estes órgãos a olho nu, utilizamos um aparelho chamado colposcópio. Ele funciona como um microscópio e não entra em contato ou é colocado dentro da paciente. O médico olha através dele, a cerca de 30 cm da superfície que está sendo examinada. Durante o exame, são pincelados líquidos reagentes, que revelam as alterações destas superfícies. A colposcopia não dói.

 

Histeroscopia Diagnóstica:

 

Histeroscopia é a inspeção médica da cavidade uterina através de endoscopia. Permite o diagnóstico de patologias intrauterinas e serve como método para intervenção cirúrgica.

A histeroscopia diagnóstica é um exame realizado para observar a cavidade uterina e o canal cervical. A grande vantagem é a possibilidade de sua realização em ambulatório sem o uso da anestesia e sem requerer internação.

Ela permite a visualização direta do interior do útero, com introdução de instrumental e uma ótica via vaginal que varia de 1,2mm a 4mm de diâmetro, podendo ser realizada no próprio consultório.

Através da vídeo-histeroscopia, introduz-se pela vagina uma fina fibra óptica no canal uterino, que leva luz ao seu interior, bem como um gás (gás carbônico) para distendê-la, tudo controlado pelo histeroflator automático que oferece proteção e segurança quanto à absorção de CO² pela paciente. A essa ótica acopla-se uma micro câmera, que leva a imagem até um monitor de TV permitindo assim a visualização do canal cervical com uma nitidez magnífica e as patologias existentes neste local. Após o exame a paciente poderá retornar às suas atividades cotidianas normais. Todos os exames são fotografados.

 

Cauterização Química

 

Consiste na aplicação de uma substância cáustica, geralmente um ácido, sobre a lesão. O tratamento causa leve ardência e a área fica esbranquiçada, o que dura alguns minutos. Pode ocorrer vermelhidão ao redor. Nos dias que se seguem, a área tratada torna-se escura e ressecada, devido à morte celular. Cerca de 7 a 15 dias depois ela é eliminada.

Quando realizada de forma criteriosa, e com a concentração adequada do ácido, proporciona ótimos resultados. Pode ser usada para tratamento de pequenas lesões da pele, como ceratoses actínicas, ceratoses seborreicas, verrugas virais, entre outros.

 

 

Estudo Urodinâmico

 

Como o próprio nome indica, a urodinâmica é o estudo das várias fases do ato de produzir, transportar, reter e excretar urina, gerando parâmetros como volume produzido, excretado ou retido, tempo de produção, capacidade volumétrica das vias urinárias, pressão de fluxo no interior das vias urinárias, etc., os quais podem ser confrontados com dados normais. Enfim, é um método para avaliar as condições funcionais do trato urinário baixo, comprometido muitas vezes por condições urológicas ou neurológicas disfuncionais, estudando, por exemplo, as fases de enchimento e esvaziamento da bexiga, avaliadas por medidas das pressões vesical, uretral e abdominal.

Normalmente, a bexiga armazena em seu interior a urina, graças ao fechamento da uretra, realizado pelo esfíncter vesical, um músculo de controle voluntário, liberando-a quando desejamos. Juntamente com esse relaxamento esfincteriano, a pressão no interior da bexiga é aumentada graças ao músculo detrusor da bexiga e ao aumento da pressão intra-abdominal, fazendo a urina ser expulsa em jatos. A urodinâmica ajuda a diagnosticar e precisar eventuais distúrbios nesse mecanismo.

 

Citologia Oncótica

 

O exame de citologia oncótica conhecido também por exame preventivo do colo do útero, papanicolau ou PapTest, é, no Brasil, a principal estratégia escolhida para o rastreamento precoce do câncer de colo de útero e doenças sexualmente transmissíveis.

Existem hoje em dia muitos fatores associados ao câncer de colo de útero:
• fatores como o início precoce da atividade sexual,
• a contaminação por HPV,
• o uso prolongado de anticoncepcionais orais.
Por isso a prevenção é a melhor escolha para a saúde, esta prevenção se dá pelo exame simples que é realizado em consultório médico e pode ser realizado por médico ou por enfermeiro.

O exame consiste na coleta de material do colo do útero, é simples e normalmente não dói, para ser realizado é necessário que a mulher não tenha tido relações sexuais, nem ter usado duchas e medicações nas últimas 48 horas, além disso, ela não pode estar menstruada.

Este exame deve ser realizado por toda mulher que já teve sua primeira relação sexual, anualmente e a cada dois resultados normais. Pode ser realizados novamente a cada três anos, a faixa etária, maiormente preconizada para a realização do exame é dos 25 aos 60 anos de idade.

 

Cardiotocografia:

 

O exame de cardiotocografia é um método de avaliação das reais condições do bebê dentro da barriga da mãe. Ele detecta a frequência cardíaca do feto e as contrações uterinas, e através de um registro gráfico o médico pode avaliar o bem estar materno-fetal.

Existem quatro classificações para esse exame. É chamado de cardiotocografia anteparto quando realizado antes do início do trabalho de parto. A cardiotocografia intraparto é realizada durante o trabalho de parto e mostra de que forma o bebê está reagindo às contrações. Se não há interferência do médico que está realizando o exame, é chamada de basal, feito com o feto em repouso. Quando o resultado desse é suspeito, o examinador pode realizar a cardiotocografia estimulada, que modifica o estado de sono do bebê. Esse método utiliza um estímulo sonoro no abdome da mãe com uma fonte com frequência de 500 a 1.000 Hz para verificar a reação do bebê. O feto também pode ser estimulado mecanicamente, através da movimentação do polo cefálico.

Atualmente, alguns médicos utilizam esse exame como rotina no pré-natal no final da gestação, como uma forma de complementar os exames de ultrassonografia. Sua grande vantagem é ser um método não evasivo e de fácil realização, pois é feito através da pele da mãe.

Eletrodos ligados a um monitor são colocados na barriga da mãe e, durante cerca de 20 a 30 minutos, o aparelho registra de modo contínuo a frequência cardíaca e movimentos do bebê, bem como a presença e duração de contrações do útero. Ao final do exame, o aparelho gera um laudo em forma de gráfico, semelhante ao de um eletrocardiograma, que deve ser interpretado pelo especialista.

 

Vulvoscopia:

 

A vulvoscopia é um exame de diagnóstico que permite a visualização da vulva da mulher em uma amplitude 10 a 40 vezes maior, evidenciando alterações que não podem ser vistas a olho nu. É feita no consultório, não causa dor e geralmente é feita juntamente com o exame do colo do útero, com o uso de reagentes como ácido acético, azul de toluidina (teste de Collins) ou solução de iodo (teste de Schiller).

A vulvoscopia serve para diagnosticar doenças que não podem ser visualizadas a olho nu. Esse exame está especialmente indicado para as mulheres com suspeita de HPV ou que tiveram alguma alteração no papanicolau. A vulvoscopia com biópsia também pode auxiliar no diagnóstico de doenças como:

  • Coceira na vulva crônica;
  • Neoplasia intraepitelial vulvar;
  • Câncer vulvar;
  • Líquen plano ou escleroso;
  • Psoríase vulvar e
  • Herpes genital.

??Antes de realizar uma vulvoscopia recomenda-se:

  • Evitar qualquer contato íntimo 48 horas antes do exame;
  • Não introduzir nada na vagina como por exemplo: medicamentos vaginais, cremes ou absorvente interno;
  • Não estar menstruada durante o exame.

Tomar estes cuidados é importante pois quando a mulher não segue estas orientações o resultado do exame poderá estar alterado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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