Maceió, 18/Dezembro/2017

Resp. Técnico: Dr. José Antonio Martins
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29 de agosto: dia nacional de combate ao fumo; saiba os riscos de uma gravidez sob o vício do cigarro

Retardo no desenvolvimento cerebral, parto prematuro, bebês nascidos com baixo peso e aborto. Essas são apenas algumas das trágicas consequências que acometem uma mulher que fuma durante a gestação. Por isso, a Amigo Assistência Médica Integrada faz um alerta sobre os riscos que o cigarro produz e reforça a importância de uma gravidez saudável, longe desse vício que é campeão de mortes por câncer no Brasil.

Os efeitos que citamos acima já são bem conhecidos pelas mamães que, antes mesmo de engravidar, sabem muito bem que permanecer com o vício do cigarro pode colocar em riscos altíssimos o desenvolvimento do seu bebê. Porém, se a dependência da nicotina é um grave problema a ser enfrentando por você, é imprescindível que, ao programar a sua gestação, as ajudas médica e terapêutica já façam parte da sua rotina com, pelo menos, um semestre de antecedência.

Esse é o tempo mínimo recomendável porque, com todos os males do cigarro, não é correto parar de fumar abruptamente durante a gravidez. De acordo com especialistas, quando alguém interrompe o uso do cigarro, um processo de desintoxicação começa a ser desencadeado no organismo e, assim, a nicotina acumulada nos pulmões é eliminada diretamente na corrente sanguínea e, consequentemente, chega até o feto.

Além disso, a gestante pode se deparar com os sintomas da Síndrome de Abstinência Aguda, cujos efeitos físicos e psicológicos também podem ser prejudiciais ao bebê.

Portanto, em função disso, ao decidir conceber um filho isso, faça todas essas ponderações e procure assistência médica um ano antes de engravidar. Ou, em último caso, com pelo menos seis meses do início da gestação.

 

As consequências

Abortos espontâneos, bebês prematuros, complicações com a placenta e sangramentos, recém-nascidos com sobrepeso são alguns dos casos mais frequentes em mães fumantes.

No caso dos abortos, há mais chances de eles ocorrerem em gestantes que absorvem maior quantidade diária de fumo. Fumar também traz graves distúrbios circulares e o enfraquecimento da memória.

Outras graves consequências são a subnutrição, que é provocada pela diminuição do apetite e atrapalha o aproveitamento dos alimentos, e a redução da capacidade respiratória, que implicará em problemas pulmonares para mãe e para o bebê.

E os males do fumo não param por aí. Ele ainda destrói a vitamina C, e quando ela não está presente para eliminar o ácido lático, há um aumento da fadiga muscular. E o cigarro também é um sério fator de hipoglicemia, provocando dores de cabeça e ansiedade, e aumenta a taxa de colesterol na gestante.

 

A dependência por gerações

Os pneumologistas costumam alertar que a exposição à nicotina no período pré-natal não continuam provocando dependência apenas nas mães. Os bebês que foram expostos à droga na vida intrauterina também apresentam maior probabilidade de serem viciados em cigarro quando ficarem adultos.

E isso ocorre porque, durante a gravidez, os efeitos do monóxido de carbono e da nicotina são absolvidos não somente pelo organismo materno, mas, especialmente, porque essas substâncias são passados para o feto.

Então, você já aprendeu, né? Nada de cigarros durante a gravidez! Mantenha hábitos saudáveis e dê ao seu bebê a chance de nascer cheio de vida e com muita saúde!

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