Maceió, 18/Novembro/2018

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Como tratar a gripe durante a gestação?

Gripe forte desanima qualquer pessoa. Mas, para mulheres grávidas, o desconforto é ainda maior. Os sintomas e o mal-estar são potencializados e o tratamento limitado, pois há medicamentos que podem fazer mal à mãe e ao bebê. Então surge a dúvida: como tratar esse tipo de infecção viral no período da gestação?

 

Assim que a grávida perceber alguns sintomas de gripe, deve procurar orientação médica para que o quadro não se complique. “O problema não é a própria gripe, mas o desenvolvimento de infecções secundárias, como pneumonia, sinusite, faringite ou amidalite”, explica Lizandra Marcondes, ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade São Camilo, em São Paulo.

 

Antes de pensar nos remédios que serão indicados pelo médico, a gestante precisa se alimentar bem – comer frutas e verduras – e tomar muito líquido. Com o diagnóstico, o tratamento pode começar efetivamente. Apesar da eficiência, os anti-gripais são proibidos. “Estes medicamentos contêm vasoconstritores como a epinefrina, que pode levar à queda de pressão e causar taquicardia na gestante”, diz Lizandra. Descongestionantes nasais também são contra-indicados e devem ser substituídos pelo soro fisiológico ou soluções hipertônicas para uso nasal.

 

Segundo Eduardo Souza, obstetra do Hospital São Luiz e coordenador científico da área de ginecologia obstetrícia da unidade Anália Franco, uma das formas de evitar fortes infecções virais é tomar a vacina da gripe, que é liberada para as gestantes. “Mas não se deve tomar outras injeções milagrosas quando o quadro já está instalado. A paciente acha que, por estar com gripe, pode ir à farmácia e tomar uma injeção sem indicação do médico. Isso não deve acontecer”, afirma. Medicamentos mais fortes são usados somente em último caso, quando a mulher não melhora com o tratamento tradicional.

 

 

O que é permitido?

 

A gripe de grávidas é tratada sintoma a sintoma. Para dores de cabeça, no corpo e febre, é preferível a indicação do paracetamol, que não age na pressão arterial e pode ser tomado por um período de tempo mais longo. A vitamina C é utilizada tanto na alimentação quanto em forma de cápsulas efervecentes – cerca de 1 grama por dia. “Ela não tem ação nenhuma sobre a gripe, mas melhora a imunidade da gestante”, explica Lizandra Marcondes.

 

Associar própolis ou mel ao tratamento é interessante, pois estas substâncias naturais atuam na imunidade local. Se a gestante está com dor de garganta, pode borrifar própolis para não ter infecção naquela região. Mas, acima de qualquer coisa, é fundamental que, durante o pré-natal, a mulher mantenha contato freqüente com seu médico. “Ela deve ligar para ele, antes de qualquer coisa, e dizer se tem dores de cabeça, coriza, tosse seca”, explica Eduardo Souza.

 

 

  Fonte: crescer online

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