Maceió, 18/Dezembro/2017

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Dia Internacional de Combate às Drogas: veja as consequências da dependência química e os males provocados à saúde de gestantes e bebês

A dependência química é uma doença crônica e reincidente, caracterizada pelo consumo compulsivo de drogas. Dizer não a todo tipo de entorpecente é uma atitude de coragem e, mais ainda, de consciência pelo mal que ele pode causar à nossa saúde. Neste 26 de junho, data em que se celebra o 'Dia Internacional de Combate às Drogas', a AMIGO alerta para os riscos que elas podem trazer, inclusive, para as mulheres que carregam em seu ventre um bebê.

Criado pela Organização das Nações Unidas - ONU como o 'Dia Internacional da Luta contra o Uso e o Tráfico de Drogas', a data deve servir de alerta para que pais sejam mais vigilantes com seus filhos, que jovens não se sintam seduzidos pelo prazer momentâneo que elas podem proporcionar e, ainda, para que gestantes, sob hipótese alguma, busquem o vício como fuga para quaisquer problemas que elas possam estar vivenciando.

Exatamente por possuírem substâncias que causam rapidamente dependência química, o vício dos entorpecentes, a exemplo de maconha, cocaína e crack, não conseguem ser tratados de forma isolada, apenas pela força de vontade do cidadão viciado. Para o tratamento, é indispensável a ajuda de um profissional competente.

Dados

O Relatório Mundial de Drogas produzido pela ONU informou que o comércio mundial de drogas movimenta cerca de US$ 322 bilhões por ano e que, no Brasil, houve um crescimento do consumo, contrariando a tendência mundial de estabilização. “É por isso que o alerta precisa ser constantemente dado à sociedade. A dependência química pode causar transtorno psicótico, delírio, estado de abstinência, parada cardíaca e até overdose, o que leva o viciado à morte”, explicou o médico José Antônio Morais, ginecologista, obstetra e sócio da AMIGO.

A droga na gravidez

O uso de drogas durante a gestação é sinônimo de uma série de implicações, tanto para a mãe, quanto para o feto. Além de comprometer a saúde psíquica da mãe, ele compromete o desenvolvimento do bebê, podendo causar deformidades e outras doenças àquela vida que ora se forma na barriga da gestante.

“Mulheres grávidas que sofrem com os transtornos oriundos da dependência química apresentam um risco bem elevado de contrair doenças sexualmente transmissíveis, hepatite, anemia, tuberculose, hipertensão, abortamento e parto precoce”, informou o ginecologista e obstetra, Gustavo Cantarelli, também sócio do Grupo AMIGO.

O feto também é diretamente afetado pelo vício. Algumas drogas, como a cocaína, têm poder de atravessar a placenta e chegar até o bebê. Assim, o sangue contaminado da mãe é passado para o filho que, por sua vez, pode desenvolver enfermidades em razão das substâncias que começam a agir em seu organismo. O desenvolvimento de defeitos congênitos e malformações são algumas das consequências mais comuns.

Além disso, pode ocorrer o deslocamento da placenta e partos prematuros. E, no caso do bebê nascer com vida, ele poderá desenvolver, num futuro bem próximo, problemas cardiovasculares e ter dificuldade no desenvolvimento e crescimento, o que pode levá-lo à morte.

“Quando ingeridas ou injetadas, as drogas circulam pelo nosso corpo e entram na corrente sanguínea. Esse fluxo causa dependência, problemas circulatórios, neurológicos, respiratórios etc. Inclusive, a compulsão, provocada pela dependência química, é quase um convite ao óbito. Então, diante da gravidade do assunto, dizer não às drogas deve ser um entendimento pacífico. Se negar ao vício, é dizer sim à vida”, reforçou José Antônio Morais.

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