Maceió, 18/Novembro/2018

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Driblando o diabetes gestacional: A doença pode trazer doenças para a mãe e o bebê; saiba o que fazer para prevenir e contornar o problema

            A elevação excessiva de açúcar no sangue é preocupante para qualquer pessoa. Imagine, então, se surge em uma paciente grávida. Pois isso acontece nos casos do chamado diabetes gestacional, quando o excesso de glicose aparece apenas durante a gestação. O problema, que atinge cerca de 7% das mulheres, persiste até o fim da gravidez depois de ter sido detectado.

            O quadro acontece porque alguns dos hormônios produzidos pela placenta atrapalham a ação da insulina no organismo. Em mulheres que não apresentam diabetes, o pâncreas reage produzindo mais da substância. No entanto, para as que têm diabetes, o sangue acaba inundado de glicose. Além das taxas de açúcar elevadas, a doença pode causar cansaço e muita sede.

             Alguns fatores de risco também aumentam a incidência do problema. “Mulheres que já tenham diabetes ou têm histórico familiar, obesidade e que tenham apresentado diabetes em outra gestação correm os maiores riscos”, avalia Rogério Leão, ginecologista e obstetra do Centro de Reprodução Humana do Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia, em São Paulo. Segundo ele, a gravidez de múltiplos também é outro fator que influencia no surgimento do quadro.

            Os danos podem ser repassados ao bebê. “Com a alta de açúcar no sangue da mãe, o pâncreas do bebê vai produzir mais insulina para controlar esses níveis”, explica Rogério Leão. O problema é que essa substância também estimula o crescimento de órgãos e tecidos, fazendo com o que o bebê cresça acima da média. Mais: o crescimento anormal dos órgãos como coração e pulmões pode causar uma hipertensão e problemas cardiovasculares.

            Por todos esses riscos, o diabetes gestacional deve ser controlado o quanto antes. Nesse ponto, um bom pré-natal feito da maneira correta é a melhor maneira de conter o problema. Uma vez detectado, a cura vem com a ajuda de injeções de insulina (nos casos mais graves) ou apenas controle da dieta. “A ajuda de uma nutricionista é fundamental para que a mãe continue a se alimentar da maneira correta sem exagerar nos carboidratos”, finaliza o obstetra.

 

 

 

Fonte: http://meubebe.br.msn.com/gravidez/artigos/33224601

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