Maceió, 18/Novembro/2018

Resp. Técnico: Dr. José Antonio Martins
CRM AL 4363:RQE 3168

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Lançamento da Liga Acadêmica de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade Federal de Alagoas

Prezados,

 

Envio-lhes, em arquivo anexo e abaixo, convite para o evento de lançamento da Liga Acadêmica de Ginecologia e Obstetrícia da UFAL (LAGO), conforme abaixo detalhado:

 

Data: 24/10/2011

Local: Hotel Maceió Mar Hotel (Maceió-AL)

Hora: 19:00

 

Programação:

 

19:00 Apresentação da Liga de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade Federal de Alagoas (UFAL).

19:30 Palestra: A mulher moderna - Repercussões sobre sua saúde. 

Palestrante: Dr. José Antônio Morais Martins

 

  • Médico Ginecologista e Obstetra (CRM-AL 4363).
  • Mestre pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP / SP).
  • Especialista em gestações de alto risco (UNIFESP / SP).
  • Prof. Obstetrícia UFAL.
  • Prof. Ginecologia UNCISAL.
  • Coordenador do serviço de obstetrícia do Hospital da UNIMED.
  • Preceptor dos Programas de Residência Médica em Obstetrícia e Ginecologia da UFAL e SCMM.
  • Responsável pelo Serviço de Urodinâmica (Promulher).

 

E-mail: coremeuncisal@yahoo.com.br

 

20:15 Palestra: A importância do armazenamento das células-tronco do sangue de cordão umbilical

Palestrante: Dr. Eliseo Sekiya

 
  • Médico especialista em Hematologia e Hemoterapia pela Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia – ABHH.
  • Mestre em Epidemiologia aplicada à Hemoterapia pela Universidade de São Paulo – USP.
  • Doutorando em Ciências Médicas pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – FMUSP.
  • Membro da International Society of Blood Transfusion – ISBT.
  • Membro da American Association of Blood Banks – ABB.
  • Membro da Internacional Society of Cell Therapy – ISCT.
  • Presidente do Instituto de Ensino e Pesquisa – IEP São Lucas.
  • Consultor Científico da CordCell – Células Tronco do Cordão Umbilical.
  • Pesquisador da Universidade de São Paulo – USP.
  • Membro da Sociedade Internacional de Terapia Celular – ISTC.

 

Ficaremos muito contentes com sua presença.

 

 

Keila  Moreno

Presidente da Acadêmica Liga de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade Federal de Alagoas -UFAL

lagoufal@gmail.com

(82) 9933-9668

 

Maria Deysiane Porto Araujo

Vice-Presidente da Liga Acadêmica de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade Federal de Alagoas - UFAL

lagoufal@gmail.com

(82) 99913512

 

Liga Acadêmica de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade Federal de Alagoas - UFAL

lagoufal@gmail.com

 

Coletar células-tronco do bebê pode prevenir problemas futuros.

Sangue do cordão umbilical é capaz de curar mais de 80 doenças.

Armazenamento de células-tronco é feito logo após o parto.

 

Toda mulher, ao ficar grávida, provavelmente já ouviu falar sobre armazenar células-tronco do bebê para preveni-lo de problemas futuros, mas sempre surgem mil dúvidas e, por falta de informação a família prefere não fazer o procedimento com medo que algo possa acontecer com seu filho durante o processo.

 

Atualmente essas células são consideradas patrimônio genético da criança e só podem ser obtidas no momento do parto. A grande importância de realizar esse procedimento é preservar recursos de tratamento para a criança. As células do cordão podem ser usadas pelo próprio paciente ou por terceiros, porém para o uso em terceiros é necessário realizar exame de compatibilidade, ter autorização da família e autorização judicial.

 

O que poucos sabem é que as células-tronco do cordão umbilical podem ser utilizadas no tratamento da própria pessoa em mais de 80 doenças, como anemia, leucemia, linfomas, entre outros. O processo da coleta também não é nenhum bicho de sete cabeças. “O procedimento é indolor tanto para mãe quanto para o bebê e não interfere no nascimento da criança. Tudo acontece muito rapidamente e de forma segura”, afirma Elíseo Sekiya, presidente do IEP – Instituto de Ensino e Pesquisa e  médico especialista em Hematologia e Hemoterapia, da equipe da CordCell.

 

A coleta funciona da seguinte forma: após o parto, o obstetra “corta” o cordão umbilical separando a mãe do bebê, em seguida, entrega o material (cordão e placenta) para o enfermeiro antes de ser descartado e este, faz a coleta do sangue presente no cordão umbilical e na placenta para uma bolsa estéril. Este procedimento não traz risco, incômodo nem dor para mãe ou para o bebê, podendo ser realizado em todos os tipos de parto.

 

O material é encaminhado para os laboratórios da CordCell, é realizada  a contagem das células e toda a sorologia (uma bateria de exames como testes para hepatite B, hepatite C, Citomegalovirus  e outros), no sangue da mãe e do bebê.

 

As células-tronco são armazenadas em uma bolsa especial e submersas em nitrogênio líquido em uma temperatura de 196ºC negativos. As primeiras amostras preservadas no mundo estão armazenadas há mais de 20 anos. Estudos comprovam que as células preservadas com a tecnologia atual continuam com sua capacidade regenerativa intacta, confirmando a viabilidade do método.

 

A CordCell, utiliza recipientes térmicos para o transporte do material coletado, que são dotadas de sistema de controle constante e registro de temperatura, garantindo assim a integridade do material durante todo o transporte.

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