Maceió, 20/Junho/2018

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O inimigo número 2 da saúde das mulheres

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O câncer de colo do útero é uma doença perigosa, mas já foi pior. Sua ocorrência está relacionada ao HPV, o papilomavírus humano, que se manifesta através de verrugas na mucosa da vagina, do pênis, do ânus, da laringe e do esôfago. Caso as lesões se instalem [sugerimos manter, pois nem todos sabem o que é o colo do útero], no colo do útero – e não sejam tratadas, podem evoluir para o câncer dessa região.

 

Segundo informações do Instituto Nacional de Câncer (Inca), esse é o segundo tumor mais frequente entre as mulheres, só perde para o câncer de mama. É também a quarta causa de morte ligada a câncer entre o sexo feminino no Brasil. O país registra cerca de 18 mil novos casos por ano; em 2008, foram 4.800 óbitos. No mundo, são 500 mil casos e 270 mil mortes anuais.

 

Mesmo que os números impressionem, o quadro está melhorando: na década de 1990, 70% dos casos diagnosticados no Brasil eram do estágio mais agressivo da doença. Atualmente 44% das ocorrências são da lesão precursora do câncer que, se tratada no começo, tem praticamente 100% de chance de cura.

 

Ao contrário do que alguns pensam, a doença não está relacionada ao uso de anticoncepcionais. “Isso era algo em que os médicos acreditavam antigamente. O câncer divide cofatores com o HPV. A endometriose e a herança familiar também não estão relacionadas ao desenvolvimento da doença”, aponta a ginecologista Flávia de Miranda Corrêa, técnica da Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica do Inca. Apesar de ser um mal do aparelho genital, fumar pode favorecer o desenvolvimento desse tipo de câncer.

 

O perigo da doença é que os sintomas (corrimento persistente e sangramento após o ato sexual) só se manifestam de modo mais evidente quando ela já se encontra em estágio avançado. “O ideal é que ele seja diagnosticado cedo, pelo exame clínico e pelo Papanicolau, exame em que se faz a raspagem de tecido do colo do útero para análise em laboratório”, explica a dra. Flávia. O exame deve ser feito a cada ano; se os resultados forem normais, o intervalo sobre para três anos.

 

“A doença pode se estender para a bexiga, reto, geralmente se dissemina por proximidade. Mas a metástase à distância também é possível”, alerta a médica do Inca.

 

O câncer do colo de útero não provoca infertilidade, a menos que seja necessário tirar o útero para eliminar a doença. “A idade de maior ocorrência desse tipo de câncer é 45 anos, em média”, diz a ginecologista. O tratamento pode ser feito por cirurgia, radioterapia ou quimioterapia, dependendo da fase em que é diagnosticado.

 

O melhor remédio ainda é a prevenção. Já que o exame Papanicolau é um teste de rotina e o único capaz de detectar o câncer na região do colo do útero, a opção mais sábia é manter as consultas ao ginecologista em dia para detectar quaisquer alterações que possam trazer consequências graves no futuro.

 

 

Publicado por:
Bayer S.A.

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