Maceió, 18/Novembro/2018

Resp. Técnico: Dr. José Antonio Martins
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Pânico leva mulher ter mais risco de infarto e AVC

 

 
Se você já teve pelo menos um ataque de pânico cuidado: você tem alta propensão para ter doenças cardíacas e cerebrais. Recente estudo de pesquisadores americanos mostrou que mulheres mais velhas que tiveram ao menos um ataque de pânico na vida têm maior risco de sofrerem infartos ou AVC durante os cinco anos após o evento. Os dados deste estudo foram divulgados no periódico Archives of General Psychiatry e revelam que estas mulheres também têm alto risco de morte. 
 
O ataque de pânico envolve o súbito desenvolvimento de sentimentos de medo, ansiedade e um nível de desconforto intenso com a situação na qual a pessoa está envolvida naquele momento, além de outros sintomas como sudorese descontrolada e taquicardia, por exemplo. 
 
Esse tipo de evento pode ocorrer esporadicamente entre as pessoas que sofrem de transtornos de ansiedade, transtorno do pânico, fobias sociais e outros tipos de desequilibrios psicológicos. 
 
O pesquisador Jordan Smoller, do Massachusetts General Hospital, EUA, e sua equipe acompanharam aproximadamente 3,3 mil mulheres em idade de pós-menopausa (entre 51 e 83 anos). 
 
A partir dos dados coletados através de seus históricos médicos – controlando outros riscos que poderiam estar associados com as doenças observadas – e entrevistas, além do acompanhamento dos especialistas, Smoller chegou à números impressionantes: após um ataque de pânico o risco de enfartes agudo do miocárdio aumentavam em 4 vezes, e os derrames (AVC) eram 3 vezes mais comuns. Além disso, o risco de morte dobrava entre essas mulheres. 
 
Esses resultados vêm a se somar a outros riscos associados ao ataque de pânico, como riscos cardiovasculares de uma maneira geral, hipertensão, depressão, ataques de fúria e hostilidade intensa. 
 
"Ao que parece, o pânico é um indício de risco cardiovascular e de uma maior mortalidade entre mulheres em idade pós-menopausa", concluem os autores. O acompanhamento desse subgrupo específico da população poderia diminuir o número de mortes e pessoas que sofrem com as sequelas de AVC. 
 
Fonte:American Medical Association (AMA) 

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